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O que você faz não define quem você é

Quando nos perguntam quem somos, de primeira já vamos com respostas do tipo “eu sou estudante de tal área, cozinheira e uma pessoa extrovertida”. Porém, é um erro quando nós definimos dessa maneira, pois com isso esquecemos vários outros aspectos que nos formam.

Vale lembrar, nenhum de nós é cem por cento do tempo estudante, cozinheiro e extrovertido. Então, qual seria a forma correta de se apresentar sem anular seus demais pontos de personalidade? Coloque o tempo dessas atividades, exemplo: 

“Eu me dedico algumas horas a estudar, outras gosto de cozinhar, costumo ser alguém extrovertida, porém as vezes sou um pouco mal humorada”.

Ao se apresentar dessa forma, você mostra partes de você e deixa claro que seu eu completo é maior do que aquelas 3 ou 4 definições dadas naquele momento.

Einstein, grande cientista, especialista em terapia racional emotiva, disse que usar o verbo ter, torna-se mais coerente do que usar o verbo ser. Por exemplo, ao invés de usar a frase “eu sou uma pessoa desastrada”, use “eu fui uma pessoa desastrada”.  Colocar a certeza de que é aquilo, pode ser prejudicial para sua autoestima e principalmente para seu desenvolvimento, seja lá qual for o ramo da vida. 

A definição de si mesmo, deve ser tomada com cuidado, assim como outros aspectos da vida. É preciso levar em conta que cada ser humano é diferente um do outro, por isso, ao se definir pense primeiramente em não se comparar. A jornada e os aprendizados de cada indivíduo é diferente, nunca seremos iguais ao outro. Dizendo isso, também é válido enfatizar que sermos diferentes, não nos torna melhor e nem pior que alguém, apenas nos torna seres únicos.

Mas mesmo respeitando que você é um indivíduo diferente das pessoas com quem você convive, é preciso entender que para aceitar a si, aceitar suas individualidades, é necessário aceitar o outro. Ou seja, quando você entender que a jornada e costumes do outro são diferentes e únicos, você conseguirá também entender sobre você.

Treinando esses truques que trouxemos, vai perceber que desenvolveu o hábito de aceitação, assim não irá exigir nem de você e nem de outra pessoa o que passa dos limites de cada um. Aprender tudo isso vai te ajudar principalmente em relações interpessoais, sejam elas no trabalho, na escola ou em qualquer grupo onde existam muitas pessoas, cada um com sua ideia e individualidade

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