Por que é tão importante ter um trabalho?

    Quando você leu o título desse texto, pode ter pensado: “mas que pergunta óbvia! Ter um trabalho é importante porque é o que vai me proporcionar estabilidade financeira e me levar a conquistar coisas que sempre sonhei”.

 

    É claro que ter uma renda que traga a tão buscada independência financeira é importante, assim como ter assistência médica, plano de carreira e aposentadoria…. Mas será que é só isso? Claro que não! Nem pode ser…

 

    Ter um trabalho é uma maneira de desenvolver habilidades e experiências que irão acompanhá-lo por toda sua vida pessoal e profissional, mesmo que você mude de carreira. Quer ver alguns exemplos?

 

    Socialização ou o famoso networking: é uma oportunidade única de se relacionar com pessoas dos mais diversos perfis, podendo aprender mais e se sentir mais conectado à sociedade.

 

    Habilidades: é sua chance de desenvolver novas habilidades, como organização, trabalho em equipe, liderança, entre outras.

 

    Realização: é uma boa forma de alcançar objetivos pessoais ou profissionais.

 

    Diante de tudo isso, é importante que você pare, reflita sobre seu emprego e, sempre que possível, questione-se: quão satisfeito você está? Como você se sente em relação a seu trabalho? Você sente prazer em sair de casa todos os dias para trabalhar? Você se sente realizado?

 

    Trabalhar é importante para dar sentido e propósito à sua vida, por isso fazer essa reflexão é uma forma de identificar se você está mesmo no lugar certo, se está mesmo apaixonado pelo que faz. Obter sucesso na carreira pode estar – e está – além da renda; existem muitas razões para você se realizar, como melhorar suas habilidades, obter mais tempo livre para preencher com o que te satisfaz pessoalmente, conectar-se com um propósito…

 

    O que te faz feliz: um benefício financeiro ou se sentir realizado? Reflita sobre seus valores e o que mais importa para você sempre!
  1. 1. Tim Cook: CEO da Apple, Cook assumiu-se homossexual em 2014 após receber e-mails de jovens que relatavam estarem sofrendo abusos e bullying devido a sua sexualidade: “Precisava demonstrar que eles podem ser gays e ainda seguir em frente e conseguir grandes trabalhos na vida”.

 

  1. 2. Peter Thiel: co-fundador do PayPal, Thiel é um dos maiores nomes do Vale do Silício, tendo investido no Facebook e no AirBnB. Além disso, luta por mais pessoas LGBTQIAPN+ ocupando espaços de poder.

 

  1. 3. Caitlin Kalinowski: responsável pelo design de produto e engenharia de dispositivos de realidade virtual premiados da Oculus e do Facebook, Caitlin é lésbica e faz parte do conselho estratégico da “Lesbians Who Tech & Allies”, que tem como objetivo conectar mulheres queer, não binária e trans da área da tecnologia.

 

  1. 4. Arlan Hamilton: investidora e lésbica, Arlan se concentra em financiar startups administradas por pessoas negras, mulheres e por membros da comunidade LGBTQIAPN+.

 

  1. 5. Martine Rothblatt: mulher trans e uma das executivas mais bem pagas dos Estados Unidos, Martine fundou a United Therapeutics, uma empresa de biotecnologia, que pesquisa, desenvolve e vende medicamentos para pessoas com doenças raras.

 

  1. 6. Josh Graff: gestor do LinkedIn no Reino Unido e líder de negócios de publicidade da rede na Europa, Oriente Médio, África e América Latina, Graff costuma falar sobre suas primeiras lutas como homem gay no mercado de trabalho, diversidade e inclusão em suas redes, e é executivo do grupo de recursos de funcionários LGBT do LinkedIn Out @ In.

 

  1. 7. Eliezer Silveira Filho: CMO da Azion Technologies, desenvolve e amplia iniciativas e projetos de diversidade em sua empresa, além de atuar em outras instituições com o objetivo de dar visibilidade à comunidade LGBTQIAPN+.

 

  1. 8. Pedro Pina: vice-presidente Global Client & Agency Solutions no Google, Pina trabalha para que marcas parceiras tenham metas que demonstrem um aumento na inclusão de pessoas da comunidade LGBTQIAPN+.

 

  1. 9. Claudia Brind-Woody: vice-presidente e líder de licenciamento global de propriedade intelectual da IBM, Claudia é uma das presidentes da força-tarefa executiva global da empresa para LGBT, que treina e desenvolve funcionários para terem uma visão mais inclusiva e diversa.

 

  1. 10. Alex Schultz: diretor de marketing e vice-presidente de análises do Facebook, Schultz é o patrocinador executivo do LGBTQ + Employee Resource Group do Facebook, que visa criar um ambiente acolhedor para membros dessa comunidade na empresa.