Diversidade e Inclusão LGBT+ no mercado de trabalho

Segundo um mapeamento da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo, apenas 13% das travestis e 24% das mulheres trans moradoras da cidade têm um emprego formal. Outro levantamento feito pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais em dezembro de 2020 mostrou que 94% dos entrevistados acreditavam que o mercado de trabalho não está aberto, nem preparado para a contratação de pessoas trans.

 

Esses dados são assustadores, mas ainda mais surpreendente foi uma pesquisa realizada pelo Center for Talent Innovation que constatou que 33% das empresas existentes no Brasil não contratariam pessoas LGBTQIAP+ para cargos de chefia e 41% das pessoas desse grupo afirmaram já ter sofrido algum tipo de discriminação relacionada à sua identidade de gênero no local de trabalho.

 

Os números são altos e, infelizmente, refletem uma realidade cruel que precisa ser combatida e tratada com mais cuidado e atenção.

 

Pessoas LGBTQIAP+ costumam sofrer discriminação ao longo de toda a vida, o que, em muitos casos, impede que tracem uma trajetória e caminhem nela para conquistar seus objetivos. Nesse cenário, vemos jovens desistindo de concluir seus estudos, perdendo oportunidades, deixando de lado sonhos e acabando, por vezes, deixados à margem da sociedade. Outros até conseguem entrar no mercado de trabalho, mas ali sofrem com piadas, com a necessidade de seguir normas que fazem com que apaguem sua identidade, provocando um desconforto tão grande que os leva a desistir.

 

Ainda não podemos contar com leis e políticas públicas que ofereçam sanções aos que praticam atos preconceituosos e garantam a segurança dessa comunidade. Cabe então a nós, como sociedade e empregadores, promover um diálogo aberto sobre o assunto com colaboradores, mostrando a importância da empatia e de um ambiente plural e diverso para o crescimento de todos.

 

Atualmente, há uma tendência entre as empresas de trazer a pauta da diversidade para o centro, mas é preciso que essa pauta saia do papel e, realmente, mais vagas destinadas a essa população sejam abertas e mais contratações aconteçam, engajando colaboradores por meio de palestras, reuniões e, principalmente, fortalecendo e acolhendo esses grupos e suas necessidades para promover a boa convivência entre todos.

 

Sem opiniões, personalidades e características diferentes, não há como nos preparar para um mundo em constante transformação. É a diversidade que faz com que o ambiente de trabalho seja criativo, rico em ideias e inovador. Em uma sociedade tão plural como a nossa, perder talentos por conta de identidade de gênero e preconceitos é inaceitável.

5 Dicas para ter uma postura positiva no trabalho

Como você reage diante de um problema no trabalho? E quando algum projeto dá errado? Você consegue colocar um sorriso no rosto mesmo diante de um chefe que te causa medo? Tenta ter pensamentos felizes mesmo estando insatisfeito com as tarefas que está executando? Essas são algumas formas de demonstrar positividade, mas é possível ir além dessa alegria superficial e promover uma visão mais otimista e esperançosa diante de projetos e atitudes que, às vezes, parecem difíceis de lidar.

 

Ter uma postura positiva não só no trabalho, mas na vida, pode trazer diversos benefícios. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Boston, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que veem o lado bom dos acontecimentos aumentam em 70% as chances de chegar aos 85 anos de idade. Isso acontece porque pessoas que enxergam a vida de forma mais otimista conseguem também ver a vida de forma mais ampla e com mais possibilidades. No trabalho, ter uma visão mais otimista pode ser essencial para os relacionamentos interpessoais e, principalmente, sua satisfação pessoal e desempenho.

 

Mas como ter essa postura positiva no trabalho de forma simples? Hoje, vamos te dar 5 dicas que podem ajudar.

 

1. Cerque-se de pessoas otimistas: nem sempre é possível escolher colegas de trabalho, mas procure afastar-se de pessoas que reclamam de tudo e olham para o trabalho de forma negativa, pois pode acabar se contaminando sem perceber. Conecte-se com quem gosta do seu trabalho, tem novas ideias para trocar e é capaz de conversar sobre assuntos que vão além do trabalho. Se for impossível se afastar das pessoas negativas, faça pausas e evite mergulhar em fofocas ou absorver dramas.

 

2. Cuide da maneira como se expressa: calma, não estamos falando de gramática! Pense sobre o peso das palavras que está dizendo. Se você, por exemplo, diz que o seu dia será “cheio de tarefas” pode parecer que você terá um dia cansativo, pesado; mas, se disser que seu dia será “cheio de oportunidades”, trará mais emoção, otimismo e potência para sua fala.

 

3. Não conte com uma fonte externa de positividade: ter uma atitude positiva não pode depender de outras pessoas; a positividade e o otimismo devem estar em você sempre. Tente pensar, por exemplo, numa frase que faça você se sentir mais seguro, numa música e repita sempre que sentir que sua positividade está caindo um pouquinho.

 

4. Relembre os pontos altos de cada dia de trabalho: tente relembrar, no fim do dia, de fatos simples que foram bons, momentos de sucesso, elogios que tenha recebido e anote-os. Esse exercício irá ajudá-lo a manter-se bem e otimista ao perceber que, por mais que sempre ocorra alguma coisa desagradável, também ocorrem muitas coisas positivas ao longo do seu dia. Você pode até se recompensar ao fim do mês por suas conquistas!

 

5. Olhe a longo prazo: diante de algo difícil, uma situação incômoda, busque olhar a situação de forma realista a longo prazo. Ao fazer isso, você constrói novos objetivos e os desafios parecem mais fáceis porque os resultados parecem maiores e mais emocionantes.

 

Há outras formas simples de enxergar o trabalho – e a vida – de forma mais otimista, como parar de reclamar, pensar de forma mais positiva, criar uma rotina para o seu dia, ser curioso e buscar novos aprendizados sempre e, principalmente, ser legal com outras pessoas e rir de si mesmo por mais difíceis que as situações pareçam.

 

Agora, faça um exercício: pegue essa lista e inclua também truques que você mesmo descobriu que te deixam mais otimista e positivo. Siga-os todos os dias no trabalho e em outras situações que julgar necessário. O hábito fará com que essas características passem a ser naturais em você, seja no trabalho como em sua vida pessoal. Experimente!

Por que o feedforward é tão importante quanto o feedback?

Numa visita ao escritório do Airbnb, o COO do Facebook e uma das 100 pessoas mais influentes do mundo segundo a revista Time, Scheryl Sanderberg, foi questionado sobre qual era a primeira coisa que observava num colaborador com potencial para se desenvolver numa empresa. A resposta foi: “Alguém que receba bem um feedback”.

 

Pessoas que sabem dar e receber feedback são pessoas abertas a aprender e a se desenvolver com mais facilidade na empresa. Essa é uma prática tão importante que há empresas em que funcionários recebem mais de três feedbacks ao ano, motivando colaboradores, aprimorando competências, promovendo uma melhora na performance e oferecendo uma oportunidade para que o colaborador se desenvolva.

 

Mas após entregar uma série de análises ao colaborador, apontando seus pontos fracos e pontos fortes, nem sempre ele é capaz de identificar o que precisa ser feito para melhorar. Nesse sentido, é fundamental dar continuidade ao processo para guiá-lo e é nesse momento que entra o feedforward, uma etapa tão importante quanto o feedback.

 

O feedforward busca olhar adiante, desenvolvendo e acelerando o aprimoramento do funcionário ou da equipe, potencializando habilidades. Assim, de forma amigável e franca são levantados os pontos a desenvolver, demonstrando que a empresa se preocupa com o indivíduo em sua vida pessoal e profissional.

 

Nesse momento, o líder é figura fundamental para que o processo possa ser bem-sucedido, apoiando o desenvolvimento de pessoas e até mesmo evitando demissões. Cabe a ele estar sempre disponível para dar apoio e suporte nas ações planejadas para a melhoria do funcionário, bem como criar vínculos e confiança para que o colaborador entenda que a empresa se preocupa com seu futuro e deseja que sua evolução seja feita de forma humanizada e produtiva.

 

Mas como fazer isso? Três pilares podem servir como base para apoiar o funcionário em seu desenvolvimento: 

  • Estimular o colaborador a olhar o futuro, concentrando-se nos objetivos a longo prazo e o que será necessário para alcançá-los. 
  • Eliminar o medo de cometer erros, ajudando o colaborador a superar obstáculos e vencer desafios que parecem impossíveis. 
  • Conhecer-se bem promovendo a autoidentificação para conhecer melhor seus limites, medos, potenciais.

     

    O feedforward é uma forma de garantir um clima organizacional melhor, o que consequentemente poderá aumentar a produtividade e o engajamento dos funcionários, fortalecer relações e garantir ótimos resultados para a empresa, tornando-a mais competitiva e consolidada.

     

    Ser líder nem sempre é fácil, mas o desenvolvimento da equipe é uma de suas responsabilidades. E quando isso acontece e os resultados positivos, toda a empresa ganha. 

    Por que ter uma liderança feminina é importante para sua empresa?

     

    No Brasil, mulheres começaram a votar somente a partir de 1932; até meados da década de 1960, as casadas precisavam de autorização de seus maridos para trabalhar; e só em 1988, a Constituição, finalmente, determinou a igualdade entre os gêneros feminino e masculino. Contudo, apesar dessas significativas transformações, a desigualdade de gênero persiste até os dias de hoje.

    Com a pandemia, o abismo da desigualdade ficou ainda maior. As áreas de atuação de grande parte da população feminina foram as mais afetadas nesse período, o que deixou as diferenças ainda mais evidentes. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), 7 milhões de mulheres deixaram o mercado de trabalho no começo da pandemia.

     

    O cenário pandêmico afetou as mulheres em todos os níveis. Levantamento do LinkedIn mostrou uma queda significativa na contratação desse perfil de profissional para cargos de liderança. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, hoje, 61,9% das mulheres e 80,1% dos homens compõem a força de trabalho do Brasil, mas elas representam apenas 39,4% dos cargos de gestão do país. Mas por que isso continua acontecendo ainda que as mulheres sejam tão – ou mais – competentes do que os homens, invistam em autodesenvolvimento, em sua carreira, se capacitem e se esforcem tanto quanto seus colegas do gênero masculino?

     

    Segundo pesquisa do Ipsos feita em 2019, três em cada dez pessoas, incluindo homens e mulheres, no Brasil ainda não se sentem à vontade em ter uma mulher como líder. Nesse sentido, não basta oferecer as mesmas oportunidades, mas é preciso mudar uma cultura histórica perpetuada até hoje para que preconceitos sejam quebrados.

     

    Promover um ambiente de trabalho mais inclusivo, diverso e em que a equidade de gênero seja uma meta pode levar a resultados que vão muito além do impacto financeiro, como o aumento na satisfação do colaborador, fortalecimento, reconhecimento e engajamento da marca, entre outros.

     

    A Harvard Business Review realizou um estudo que mostrou que as lideranças femininas se destacam em relação aos homens quando o assunto são as qualificações profissionais e competências, como habilidade para contribuir para a evolução dos funcionários, foco em melhores resultados, capacidade de desenvolver perspectivas estratégicas, ética, honestidade e integridade.

     

    E quando o assunto é lucratividade, as pesquisas são ainda mais reveladoras: estudo realizado pelo Peterson Institute para Economia Internacional, em parceria com a Ernest Young, mostrou que empresas com ao menos 30% de liderança feminina têm um aumento de 15% na lucratividade. Já uma pesquisa da McKinsey & Company mostrou que empresas com mulheres na presidência ou vice-presidência conquistaram aumento de 47% na margem de lucro.

     

    Para além de todos esses benefícios, há ainda o valor social, uma vez que mulheres em cargos de liderança servem de inspiração e estímulo para que outras não desistam de seus objetivos no meio do caminho. A Pesquisa Panorama Mulher, realizada pelo Insper em 2019, revelou que uma mulher na presidência aumenta em quatro vezes a chance de ter outra em cargos de conselho e em 2,5 vezes a chance de ter mais mulheres na liderança operacional.

     

    Grandes empresas já têm dado passos importantes em direção a oferecer mais oportunidades para que mulheres sejam líderes. A Coca-Cola, por exemplo, ao perceber que a desigualdade de gênero em altos cargos da companhia era grande, implementou ações que abarcam desde processos seletivos mais inclusivos até apoio para mães e gestantes. O Grupo XP também firmou um compromisso público de ter pelo menos 50% de mulheres em todos os níveis até 2025, assim como o grupo Boticário tem desenhado metas para se tornar mais diverso. E a sua empresa, o que tem feito para promover a equidade de gênero na liderança?

    A geração Z está chegando ao mercado.

     

    Nascida entre 1997 e 2012, na era da internet e da evolução tecnológica, a geração Z é conhecida por estar constantemente conectada, ser inquieta e ansiosa, e, principalmente, por viver na instantaneidade, em que as coisas se tornam ultrapassadas muito rapidamente.

    Agora, esse grupo de pessoas está chegando ao mercado de trabalho e é preciso estar preparado para suas expectativas, seus desejos e para um perfil de profissional diferente do que estamos acostumados.

     

    Se até pouco tempo, profissionais buscavam estabilidade, plano de carreira e conformavam-se com um salário mediano, já que o importante era “ter um emprego”, agora estamos diante de profissionais que chegam às empresas com outros desejos. Mas o que quer a geração Z?

     

    Uma pesquisa realizada pelo Great Place to Work dos Estados Unidos com mais de 32 mil funcionários de empresas pertencentes à geração Z de mais de 350 empresas, esse foi o top 4 dos desejos desse grupo: 

     

      1. Diversidade e inclusão: essa geração quer ser a mais diversa e inclusiva do mercado de trabalho. A pesquisa mostrou que cerca de 47% desses colaboradores se identificam como negros ou indígenas, um número bem superior às gerações anteriores. Isso significa que empresas devem estar preparadas para receber talentos diversos para que haja representatividade de todos os grupos, seja em termos raciais, como sexuais.

     

      1. Salários justos: se antigamente, em início de carreira, contentávamos com salários mais baixos, agora ficou diferente. Seja pela crise pela qual o mundo todo está passando ou mesmo pela valorização do trabalho, a geração Z busca melhores salários e condições que estimulem seu desenvolvimento na empresa, que sejam um reconhecimento de seu trabalho e possibilitem sua independência financeira rapidamente.

     

      1. Ambiente de trabalho saudável: a saúde mental está em alta e, diferente das gerações anteriores, a Z está preocupada em manter a sua em segurança, trabalhando em locais que sejam emocionalmente agradáveis. Considerada uma das gerações mais estressadas devido ao rápido crescimento global, acompanhado de instabilidades políticas, questões climáticas, guerras, preconceitos e até mesmo pandemia, a geração Z busca um empregador capaz de garantir que ela se sinta segura emocionalmente, seja por meio de folgas eventuais, horário de trabalho flexível, incentivo ao cuidado da saúde em geral, entre outros benefícios.

     

    1. Ver um significado especial no que está realizando: isso pode acontecer de várias maneiras, seja trabalhando em uma empresa com propósitos e valores alinhados às expectativas do jovem, seja vendo seu trabalho ser reconhecido, seja sendo considerado uma peça fundamental na engrenagem da empresa, não apenas um número, etc.

     

    O Instituto PROA atua com jovens dessa faixa etária diariamente e, nesse sentido, pode afirmar que buscar saber mais sobre eles, lendo artigos, livros e conversando, sem preconceitos, nem estigmas, pode ser uma grande oportunidade de descobrir um talento que tem muito a acrescentar.

     

    Para o empregador, nem sempre é fácil entender os desejos dessa geração, mas pode ser mais simples do que parece: é nas primeiras conversas, ainda no processo seletivo, que conseguimos saber se vai dar “match” entre a empresa e o candidato. Conversar e tentar entender o perfil de cada um que chega em busca de uma oportunidade, identificando suas características, suas aspirações e, principalmente, seus valores e seu propósito, pode ser um primeiro passo importante contratar e, acima de tudo, reter um jovem talento cheio de ideias inovadoras que podem transformar o seu negócio.

     

    Está na hora de rever conceitos, não temos dúvida, e se preparar para as novas gerações que prometem revolucionar o mercado. Sua empresa está preparada?

    5 passos para parar de perder talentos

     

      Cada vez mais o capital humano tem sido valorizado no mundo corporativo, mas, em um momento em que a competitividade tem se tornado cada vez maior, contratar e manter bons funcionários numa empresa pode ser também um grande desafio.

         

       

       

        Reter talentos é uma estratégia em que planos de ação e políticas são adotadas para garantir que bons funcionários permaneçam na empresa por mais tempo.
        Para além do benefício de ter equipes mais produtivas, profissionais comprometidos e da criação de um ambiente de trabalho agradável, estão também a garantia de não perder capital intelectual e, principalmente, a responsabilidade social.

           

           

           

          Isso porque empresas que buscam manter seus talentos demonstram preocupação com o bem-estar dos que, de alguma forma, contribuem para seu negócio, reduzindo impactos negativos e melhorando sua imagem perante a sociedade.
           

          &nbsp

             
            O que leva um talento a permanecer numa empresa?
             

            &nbsp

               
              Antes de tentar identificar o que fazer para manter um talento na empresa, é preciso identificar o que faz com que ele peça demissão: dinheiro? liderança? falta de perspectivas? excesso de trabalho?
               

              &nbsp

                 
                Uma pesquisa da Deloitte, feita em 2020, revelou que 42% dos trabalhadores procuram novos empregos quando passam a acreditar que não são mais valorizados por seu empregador e não enxergam mais progressão na carreira. Além disso, a mesma pesquisa mostrou que o salário é importante, mas não é o que faz com que um funcionário permaneça numa empresa.
                 

                &nbsp

                   
                  O segredo para a retenção de talentos estaria então no equilíbrio entre a valorização do trabalho e a qualidade de vida. Nesse sentido, ter estratégias e práticas que impactem positivamente o colaborador pode determinar a permanência e reduzir o turnover. Pensando nisso, separamos algumas dicas que podem apoiá-lo na retenção de talentos de forma que você conquiste colaboradores cada vez mais envolvidos e que se sintam verdadeiramente parte da organização.
                   

                  &nbsp

                     
                    1. Vá além do currículo: contratar pessoas apenas olhando para o currículo pode não ser a melhor opção. É preciso ir além, considerando também se “vai dar match” no quesito “fit cultural”, ou seja, se empresa e colaborador compartilham dos mesmos valores e interesses.
                     

                    &nbsp

                       
                      2. Seja uma empresa inclusiva e diversa: contratar pessoas diversas pode ser uma forma de criar equipes com diferentes olhares sobre um mesmo tema, mais colaborativas e produtivas. Um grupo de pessoas com diferentes perfis, como jovens-aprendizes, mulheres, PCD, 50+, LGBTQIA+, entre outros, oferecerá habilidades e experiências únicas que podem transformar um negócio.
                       

                      &nbsp

                         
                        3. Torne sua empresa um ambiente agradável: seu colaborador passa grande parte do dia presencialmente ou on-line na empresa, por isso manter um bom clima organizacional, com lideranças disponíveis para influenciá-los e apoiá-los, além de valorizar suas competências e habilidades, pode ser fundamental. Oferecer oportunidades de crescimento por meio de cursos, treinamentos e feedback contínuo também despertará o desejo de permanecer nesse ambiente.
                         

                        &nbsp

                           
                          4. Ofereça um bom plano de carreira: ao entrar numa empresa, normalmente, um colaborador pretende permanecer ali, especialmente os mais jovens, que ainda estão em início de carreira. Com um bom plano desenhado, o profissional vê à sua frente uma perspectiva de futuro, sabendo onde poderá chegar, seus desafios e os benefícios de se esforçar para que isso aconteça.
                           

                          &nbsp

                             
                            5. Promova a saúde mental: preocupar-se com o equilíbrio emocional, oferecendo um ambiente saudável que faça com que os colaboradores se sintam motivados e no qual possam equilibrar vida pessoal e profissional, sem estresse, excesso de trabalho ou outros fatores que provoquem desgaste físico e mental faz a diferença na hora de um colaborador decidir ficar ou não numa empresa.
                             

                            &nbsp

                               
                              Grandes empresas já estão agindo com o objetivo de reter talentos, realizando avaliações 360º, oferecendo cursos e treinamentos, quebrando tabus, eliminando estereótipos e preconceitos, apostando em benefícios inovadores e, principalmente, tornando-se mais inclusivas. Atitudes assim atraem profissionais jovens, muitos ainda em início de carreira, que veem ali uma oportunidade de se desenvolver e doar todo seu potencial.
                               

                              &nbsp

                                 
                                Assim, enquanto, de um lado a empresa cumpre seu compromisso de responsabilidade social, vê índices de turnover reduzirem significativamente e reduz gastos trabalhistas, de outro lado, jovens em início de carreira cheios de energia engajam-se nos mais variados projetos da empresa, se desenvolvem e buscam metas e conquistas cada vez mais ousadas e desafiadoras, contribuindo para o sucesso da empresa.
                                 

                                &nbsp

                                10 dicas para bombar seu perfil no LinkedIn

                                 

                                  O LinkedIn é a maior rede profissional do mundo e, atualmente, conta com mais de 774 milhões de usuários cadastrados em mais de 200 países e cerca de 20 milhões de empresas; no Brasil, são 51 milhões de perfis cadastrados. E tem mais: 72% dos recrutadores usam o LinkedIn como principal canal para buscar e avaliar candidatos. Bacana, né? Mas em meio a tantas pessoas, como se destacar? Como valorizar suas competências e encontrar oportunidades mais adequadas ao que você procura?

                                 

                                 

                                  Com as empresas cada vez mais migrando para ambientes digitais, ter um perfil nessa rede é uma excelente oportunidade de fortalecer sua imagem profissional, criar conexões e, principalmente, ser visto.

                                 

                                 

                                 

                                  Como criar um bom perfil no LinkedIn?

                                 

                                 

                                 

                                  Qualquer pessoa pode ter um perfil nessa rede social, seja um iniciante ou um profissional mais experiente, mas não basta criar uma conta, preencher rapidamente as informações básicas e deixá-las ali. Ter um perfil bem estruturado e completo é fundamental para conquistar boas oportunidades.

                                 

                                 

                                  Para dar um “up” no seu perfil e um gás na sua carreira, separamos 10 dicas para ajudar você a criar um currículo completo na plataforma e impulsionar sua carreira.

                                 

                                 

                                   

                                  • 1. Escolha uma boa foto.
                                    A gente sabe que a primeira impressão é a que fica, não é mesmo? Sua foto de perfil é seu cartão de visitas no LinkedIn, é a primeira impressão que o recrutador terá de você. O ideal é que você utilize uma foto de rosto atual, com fundo neutro e boa resolução. Procure sorrir e utilizar roupas que transmitam a mensagem profissional que você deseja passar para o recrutador.

                                   

                                   

                                  • 2. Adicione também uma imagem de fundo. Essa imagem também é responsável por atrair a atenção das pessoas na rede. Uma foto que retrate alguma habilidade sua, em que você esteja executando um trabalho, participando de algum evento corporativo, pode ser muito interessante. Fique atento às medidas e verifique se a foto não aparece cortada no perfil. Seja cuidadoso e detalhista!

                                   

                                1. 3. Mostre que você está procurando uma oportunidade. Mas não faça isso no título – aquele campo que fica logo abaixo do seu nome! Não escreva “em busca de recolocação”, “desempregado”, “em busca do primeiro emprego” ou algo do tipo nesse espaço; O título é o espaço em que você deve colocar palavras-chave relacionadas a seu cargo, que descrevam sua função e sua atuação profissional. Lembre-se que ele é um dos campos que podem orientar o recrutador na hora do processo seletivo.
                                2.  

                                  • 4. Complete seu perfil. Quanto mais informações você incluir no seu perfil, mais fácil você será encontrado por um recrutador. Cuide muito bem, principalmente, das informações que aparecem no topo da página, utilizando palavras-chave que comuniquem claramente seu objetivo e o que você tem a oferecer.
                                  •  

                                    • 5. Não deixe o “Sobre” em branco. Nessa seção, você conte quem é você profissionalmente, suas habilidades e competências. Utilize esse espaço para conquistar o recrutador, contando uma história verdadeira e inspiradora que inclua o seu propósito, o que te move, suas aspirações, conquistas e até mesmo projetos pessoais que considere relevante para o recrutador. Pode levar um pouquinho de tempo até você ter o texto final, mas não se preocupe: faça rascunhos até chegar a sua melhor versão!
                                    •  

                                      • 6. Vá além da descrição das informações educacionais e profissionais. Além de incluir os cursos que já fez ou está fazendo, e as empresas pelas quais passou, especifique bem a função que desempenhou em cada local. Se possível, inclua também links e arquivos com projetos, certificados, vídeos, imagens, apresentações que você tenha executado.
                                      •  

                                        • 7. Fale sobre seus trabalhos voluntários. Depois de incluir suas licenças e certificados, não esqueça de acrescentar também os trabalhos voluntários que já realizou. Muitas empresas consideram um diferencial esse tipo de ação, que pode fazê-lo crescer e se desenvolver ainda mais.
                                        •  

                                          • 8. Adicione suas competências. Nesse campo, utilize palavras que definam os conhecimentos técnicos, como ferramentas e tecnologias, competências interpessoais, idiomas e outros. Lembre que há um número limitado de competências para serem incluídas, por isso escolha bem!
                                          •  

                                            • 9. Dê e peça recomendações. As recomendações podem ajudar você a se destacar ainda mais em meio aos profissionais que estão na rede. Procure pessoas com quem você trabalhou ou estudou e troquem recomendações!
                                            •  

                                              • 10. Interaja, comente e compartilhe conteúdo. Sabe aquele ditado que diz “Quem não é visto não é lembrado”. Ele é verdadeiro, especialmente no LinkedIn. Mostre que está na rede conectando-se a pessoas relevantes e mantenha contato com elas por meio de comentários, curtidas e reações. Siga perfis de empresas do seu interesse para ser notificado sobre vagas e saber mais sobre elas, compartilhe conteúdos que achar relevante e, se achar interessante, produza seus próprios artigos e posts – fique atento ao português nesses casos!

                                 

                                 

                                Conheça as profissões que estarão em alta em 2022

                                 

                                • Passamos por um longo período de demissões em massa e perda de emprego durante a pandemia. Em 2021, vimos algumas melhorias acontecerem e alguns números serem recuperados graças à abertura de mais postos de trabalho. Mas, mesmo diante de um cenário mais animador, economistas preveem que a taxa de desemprego continuará em torno de 13%. Isso acontece porque, apesar de mais pessoas estarem empregadas, com a retomada da economia, mais pessoas começaram também a procurar emprego.

                                 

                                 

                                • Diante de um cenário como esse em que mais trabalhadores estão voltando a buscar uma oportunidade de emprego, saber onde apostar para se posicionar melhor no mercado de trabalho pode ser fundamental, principalmente para o jovem em início de carreira.

                                 

                                 

                                • Áreas profissionais promissoras para 2022

                                 

                                 

                                • Com a transformação digital cada vez mais acelerada, as profissões da área de tecnologia continuarão em alta em 2022, e as carreiras ligadas à transformação digital e inovação prometem se destacar.

                                 

                                 

                                • Se em 2021, a preocupação era levar empresas tradicionais para o ambiente digital, em 2022, o objetivo é melhorar sua presença no digital. Nesse sentido, profissões como coordenador de mídias e especialista em SEO prometem ganhar relevância no mercado.

                                 

                                 

                                • A área de tecnologia é uma das que mais vem crescendo e acredita-se que, a partir de agora, ela crescerá 12% ao ano. Nela, estarão grandes oportunidades para quem está em busca de um emprego, e a boa notícia é que as vagas são para todos os níveis e funções: desenvolvedores front e back-end, mobile, analistas de testes de software, analista de BI, gerente de projetos (PMO), entre outros profissionais serão bastante requisitados.

                                 

                                 

                                • Segundo a Forbes, desenvolvedores e profissionais que sabem utilizar códigos, como o Java, que os jovens PROANOS aprendem em nossos cursos, terão boas oportunidades para começar: muitas empresas estão recrutando jovens profissionais que ainda não têm uma graduação na área, mas que já desenvolveram essa competência técnica, seja por meio de cursos on-line ou de formação, como os oferecidos pelo PROA.

                                 

                                 

                                • Além disso, especializar-se em um nicho pode trazer ainda mais oportunidades; é o caso, por exemplo, de desenvolvedores de software e agrotechs, que são aqueles profissionais que possuem competências técnicas em programação, mas com uma expertise a mais: entender um pouco do mercado de agricultura e pecuária. Quem imaginaria que o agronegócio abriria suas portas para esse tipo de profissional, não é mesmo?

                                 

                                 

                                • Atrás da área de TI e impulsionada por esse momento mais digital em que estamos vivendo, outra área que vem se destacando é o marketing, especialmente no que diz respeito às soluções digitais. Profissões como analista de marketing digital, analista de marketing e product marketing manager também estão abrindo suas portas para profissionais dos mais diversos níveis.

                                 

                                 

                                • Outro setor que vem ganhando relevância é o financeiro. Segundo a Forbes, espera-se um crescimento de 15% nas carreiras dessa área nos próximos anos. O setor tem contratado cada vez mais profissionais ligados ao planejamento, expansão e redução de custos, e está se transformando num mercado competitivo que requer profissionais preparados e, principalmente, com os olhos voltados à inovação, característica inerente ao jovem, que traz em si um perfil criativo e inovador.

                                 

                                 

                                • As oportunidades estão surgindo nas mais diversas áreas e, todos os dias, novos profissionais bem-preparados e cheios de vontade de fazer acontecer saem para realizar seus sonhos batendo à porta de empresas privadas em busca de uma chance. Jovens, que tiveram perdas importantes, como a renda e a oportunidade de continuar os estudos, agora, veem o mercado voltar a se abrir e conseguem enxergar ali novas perspectivas para voltar a sonhar. Nesse sentido, cabe a toda a sociedade acolhê-los para ajudá-los a dar um primeiro passo em direção à concretização de seus objetivos para que possam ver suas vidas transformadas.

                                 

                                Soft Skill x Hard Skills: o que elas têm de diferente?

                                • Quem tem pela frente o desafio de contratar e desenvolver pessoas certamente já se deparou com as expressões soft skill hard skills. Mas você sabe o que elas significam e quanto podem impactar sua empresa?

                               

                              • Skills são habilidades ou competências que, no ambiente corporativo, podem fazer a diferença na hora de resolver problemas, concluir tarefas, criar estratégias, entre outras atividades.

                             

                            • Por muito tempo, em processos seletivos, apenas as hard skills eram consideradas relevantes. Isso por se tratar das competências técnicas necessárias para que uma pessoa possa exercer a função para a qual foi contratada. Elas são facilmente identificáveis, podem ser aprendidas, ensinadas e mensuradas, como a proficiência num idioma estrangeiro, a apresentação de um diploma de graduação, entre outras.

                           

                          • Porém, com o passar dos anos e as transformações no ambiente corporativo e no mundo, novas habilidades precisaram ser avaliadas, dando espaço às soft skills. Mais difíceis de identificar e mensurar, trata-se das competências sociocomportamentais, ligadas às habilidades mentais de um colaborador ou candidato a uma vaga de emprego. Assim, indo além de um curso, um diploma, elas envolvem características como comunicação interpessoal, proatividade, resolução de conflitos, capacidade de liderança, reação sob pressão, entre outras.

                         

                        •  O profissional ideal é aquele que consegue combinar soft e hard skills para desempenhar suas funções, mas nem todo candidato vem com o pacote completo quando o assunto são competências. Nesse sentido, o RH pode identificar aqueles que têm mais potencial para serem desenvolvidos e investir em treinamentos, planos de desenvolvimento individual, avaliações e feedbacks, entre outros.

                       

                      • Os jovens do PROA, por exemplo, passam por um longo período de identificação e desenvolvimento de skills a fim de capacitá-los para construir um plano de vida e chegar ao mercado de trabalho muito mais preparados.

                     

                    • Profissionais sem o hard skill necessário para o desenvolvimento de suas funções, por exemplo, podem ser tão prejudiciais ao clima de uma organização quanto aqueles que não possuem soft skills e acabam tornando o relacionamento entre líderes e equipe muito complicado.

                   

                  • Mas quando uma empresa pode contar com profissionais capazes de combinar soft e hard skills, ela obtém como resultado diversos benefícios, como ver o trabalho fluir melhor, alcançar objetivos de forma mais fácil, ter profissionais mais autônomos, oferecer mais flexibilidade a seus colaboradores, desenvolver pessoas, entre outros.

                 

                • Estar preparado para o novo mercado de trabalho é desenvolver competências globais que permitam não só que o profissional se destaque por sua competência técnica, mas também – e principalmente – por suas habilidades sociocomportamentais.

              5 dicas para liderar jovens no ambiente de trabalho

              • Quando se fala em gerenciar ou liderar jovens, nem sempre a ideia é bem recebida. Estereotipamos esse grupo de pessoas e passamos a criar monstros e barreiras, onde, na verdade, há boas oportunidades, muita ideia e energia de sobra para fazer acontecer.
            • Nesse sentido, quebrar paradigmas e deixar velhos conceitos de lado pode fazer toda a diferença na hora de liderar um jovem.

           

           

          • Jovens podem – e são – colaboradores eficientes, basta que líderes saibam compreender e respeitar diferenças e entendam que canalizar suas energias e sua criatividade para objetivos bem definidos pode ser a chave para o sucesso. Afinal, quantas ideias transformadoras e quantos sonhos cabem na imaginação de um jovem, não é mesmo?

         

        • Pensando nisso, algumas dicas práticas podem ser muito úteis na hora de liderar esses jovens:

       

       

      • – Seja claro ao se comunicar: uma vez que o jovem costuma ter pouca experiência profissional, procure definir bem papéis e responsabilidades, alinhe expectativas e explique as razões por que está solicitando alguma atividade e vá direto ao ponto. Jovens são impacientes e querem saber o porquê de tudo;

       

        • – Descubra o que o motiva: jovens não são diferentes de outras pessoas quando o assunto é “recompensa”. Seja um prêmio, um brinde, uma promoção, um curso, um reconhecimento público, procure descobrir o que ele está buscando;

       

        • – Esteja aberto para ouvir: jovens querem ser ouvidos e essa pode ser uma boa oportunidade para você trazer frescor e criatividade para sua empresa. Pergunte, peça opinião e deixe-os à vontade para falar;

       

        • – Dê feedbacks construtivos: elogie, mas, quando necessário, corrija e oriente de forma educada, mostrando pontos a desenvolver e melhorar;

       

      • – Mantenha-os ocupados: jovens ficam entediados rapidamente, o que pode ser muito ruim durante o trabalho. Para evitar que isso aconteça, forneça uma lista de tarefas que devem ser executadas em ordem de importância;

       

       

       

      • Contratar um jovem como aprendiz é deixar para trás preconceitos e dar a oportunidade para que eles possam tirar seus planos de vida do papel e transformá-los em realidade. Ao empregador, cabe entender também que cada jovem tem sua personalidade própria, características específicas, desejos e aspirações únicos. Ter um jovem como parte de uma empresa pode ser transformador não só para ele, mas para todos, trazendo mais criatividade, inovação, coragem para mudar e, acima de tudo, muita disposição e energia.